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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Jesus Ensina que o Cristão Deve Determinar?


Mais uma vez sou obrigado a ouvir – ler – que o próprio Jesus ensina que o cristão deve determinar. Como?
 "E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei." (João 14:13-14)

Segundo alguns “teólogos” a palavra original traduzida como PEDIR neste texto pode ser traduzida como DETERMINAR (#sqn). Mesmo que o termo pudesse ser traduzido desta forma, o que não pode, deveria ser considerado o contexto em que a palavra se encontra, quem pede/determina e a quem se pede/determina. Mas... essa tradução não existe.

Não sou muito entendido no Grego, mas sei que a expressão usado no texto não quer dizer, nem de longe, determinar. A palavra usada é aiteo (αιτεω) que, segundo o Strong, pode ser traduzido como pedir, rogar, suplicar, desejar, requerer. Das 72 vezes que a expressão aiteo aparece no NT (68 vs), em nenhuma das ocorrências a palavra aparece com o sentido determinar. Veja 4 exemplos:

"E, era carregado um homem, coxo de nascença, o qual todos os dias punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir (aiteo) esmolas aos que entravam. " (At 3:2)

"Este achou graça diante de Deus e lhe suplicou (aiteo) a faculdade de prover morada para o Deus de Jacó." (At 7:46)

"Pedis (aiteo) e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites." (Tg 4:3)

"E esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos (aiteo) alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve." (1Jo 5:14)

As palavras usadas para DETERMINAR são keleuo (κελευω),  entellomai (εντελλομαι), paraggello (παραγελλω), prostasso (προστασσω), e em nenhum dos textos estes termos são usados do homem para com Deus, mas geralmente ao contrário.

A doutrina de que o homem deve determinar à Deus é uma afronta ao caráter e à Soberania de Deus. O homem que pratica essa doutrina deve aprender que ele é apenas criatura, e que por misericórdia o Criador nos recebe diante Deles.

Que possamos aprender a orar como nos ensina o Apóstolo João.

"E esta é a confiança que temos Nele, que se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve." (1Jo 5:14)

quarta-feira, 10 de junho de 2015

O Novo Testamento e a Igreja Primitivo


Certo vez, em um grupo discussões teológica do qual participo, alguém postou um texto afirmando que somente a Bíblia Hebraica é a fiel palavra de Deus. Disse, também, que o Novo Testamento não era reconhecido pela Igreja Primitiva (entre sécs. I e III), mas somente pela Igreja Romana, a partir do IV século .

Bom, e o que será que a história diz sobre isso? Como a igreja nutriu, por tanto tempo, as doutrinas cristãs? Como se defenderam das ameaçadoras heresias que surgiam, como as dos gnósticos (sécs. I e II), dos Judaizantes, as de Montanus (final do séc. II), as de Marcião (sec. II), dos sebalianos e arianos (sécs. III a IV), e tantas outras que tentavam jogar por terra a deidade de Cristo, ou firmar que Cristo era um outro deus, ou apenas um profeta? O que liam em suas reuniões?

Para entender como pensavam nossos irmão primitivos a respeito do novo testamento, irei usar aqui 4 arquivos históricos, o livro “Historia Eclesiástica” de Eusébio da Cesárea (270 – 340 d.C.) , “De Principiis, Livro IV” de Orígenes de Alexandria (185 – 253), escrito por volta de 311 d.C, “Contra as Heresias” por Ireneu de Lião (130 – 202 d.C), de 180 d.C e os Cânone Muratori de 170 d.C.

Das três primeiras obras, a de Eusébio é a única que tem mais de um capitulo dedicado as obras dos apóstolos. Apesar de não reconhecer algumas cartas como testamentárias (canônicas), como a de II Pedro, ainda fica bem claro que as demais eram aceitas como inspiradas e canônicas.

Vejamos:

“De Pedro reconhecemos uma única carta, a chamada I de Pedro. Os próprios presbíteros antigos utilizaram-na como algo indiscutível em seus próprios escritos. Por outro lado, sobre a chamada II carta, a tradição nos diz que não é testamentária, ainda assim, por parecer proveitosa a muitos, é tomada em consideração junto com as outras Escrituras.” (III, 1)

Eusébio sobre os escritos de Paulo:

“Por outro lado, é evidente e claro que as catorze cartas são de Paulo.” (III, 5)

Das obras de Lucas:

Lucas, por outro lado, oriundo de Antioquia por sua linhagem e médico de profissão, foi durante a maior parte do tempo companheiro de Paulo. Mas seu trato com os outros apóstolos também não foi superficial: deles adquiriu a terapêutica das almas, da qual nos deixou exemplos em dois livros divinamente inspirados: o Evangelho, que ele confessa ter composto segundo o que lhe transmitiram os que foram testemunhas oculares e se fizeram servidores da doutrina, dos quais ele diz que seguiu já desde o começo, e os Atos dos Apóstolos que compôs, já não com o que tinha ouvido, mas com o que viu com os próprios olhos.” (IV, 6)

Eusébio, ainda escreve um capitulo sobre quais livros a igreja deve ou não aceitar como escritos do Novo Testamente, ou Canônicos.

“Chegando aqui, é hora de recapitular os escritos do Novo Testamento já mencionados. Em primeiro lugar temos que colocar a tétrade santa dos Evangelhos, aos quais segue-se o escrito dos Atos dos Apóstolos. Depois deste há que se colocar a lista das Cartas de Paulo. Depois deve-se dar por certa a chamada Primeira de João, assim como a de Pedro. Depois destas, se está bem, pode-se colocar o Apocalipse de João, sobre o qual exporemos oportunamente o que dele se pensa. Estes são os ditos admitidos.”(XXV, 1-3)

A carta aos Hebreus pode ser incluído nas cartas de Paulo, pois Eusébio que ter sido Paulo quem escrever.

Origines, que foi, também, um grande defensor da deidade de Cristo, no prólogo de seu livro, deixa bem claro sua crença de que os Evangelhos, assim como o Velho e o Novo Testamente, foram dados pelo próprio Deus.

“Este Deus, justo e bom, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, foi quem nos deu a Lei e os Profetas e o próprio Evangelho, o qual é também o Deus dos apóstolos, assim como do Velho e do Novo Testamento.” (Prólogo, 4)

“se escutarmos as palavras de Paulo como sendo palavras do Cristo que, segundo a sentença do próprio Apóstolo, nele fala” (III, 22)

“... as divinas Escrituras a chamam de invisível, como quando Paulo diz Cristo ser a imagem invisível do Pai (Col. 1, 15), para pouco depois dizer que por Cristo foram criadas todas as coisas, as visíveis e as invisíveis (Col. 1, 17)”. (III, 27)

Em outro lugar Origines escreveu:

“Segundo aprendi com a tradição a respeito dos quatro evangelhos, que são os únicos inquestionáveis em toda Igreja de Deus em todo o mundo. O primeiro é escrito de acordo com Mateus, o mesmo que fora publicano, mas depois apóstolo de Jesus Cristo, o qual, tendo-o publicado para os convertidos judeus o escreveu em hebraico"

Origines parece não ignorar os escritos paulinos como canônicos.

Irineu, antes de Origines, e assim como ele, via os escritos neo-testamentários como divinamente inspirados e canino. No texto abaixo, quando trata sobre as heresias dos ebionitas e nicolaítas, Irineu acusa os ebionitas de aceitarem o evangelho de João, e rejeitarem os escritos de Paulo, que eram considerados pela igreja como divinamente inspirados.

Utilizam somente o evangelho segundo Mateus e rejeitam o apóstolo Paulo como apóstata da Lei.” (26, 2)

Nesta outra parte, Irineu se refere ao texto do Evangelho de João 1.3 como sendo a própria escritura, veja:

“Nós, porém nos mantemos firmes na regra da Verdade, isto é, que existe um só Deus onipotente que tudo criou pelo seu Verbo, plasmou e fez que o que não existe passasse a existir, como diz a Escritura: "Pela palavra do Senhor os céus foram feitos e pelo sopro de sua boca toda a potência deles". E ainda: "Tudo foi feito por meio dele e sem ele nada foi feito".” (21, 1)

Agora, vamos à obra mais antiga (170 d.C.) e mais incrível entre as citadas, com respeito à Igreja Primitiva e os cânones neo-testamentários, o Cânone de Muratori. O escrito, infelizmente incompleto, lista os livros aceitos como canônicos pela igreja do segundo século. Refere-se aos evangelhos de Lucas e João como sendo o terceiro e quarto evangelho, a parte que trata, provavelmente, sobre Mateus e Marcos não foi encontrada. O fragmento comenta sobre Atos dos Apóstolos de Lucas, as cartas de Paulo, e as apostólicas. O pequeno texto também trata sobre alguns escritos que não devem ser aceitos pela igreja, como as cartas aos Laodicenses e aos Alexandrinos, atribuídas falsamente a Paulo.

Vejam:

O terceiro livro do Evangelho é o de Lucas. Este Lucas “médico que depois da ascensão de Cristo foi levado por Paulo em suas viagens” escreveu sob seu nome as coisas que ouviu, uma vez que não chegou a conhecer o Senhor pessoalmente, e assim, a medida que tomava conhecimento, começou sua narrativa a partir do nascimento de João. O quarto Evangelho é o de João, um dos discípulos.”

Os Atos foram escritos em um só livro. Lucas narra ao bom Teófilo aquilo que se sucedeu em sua presença, ainda que fale bem por alto da paixão de Pedro e da viagem que Paulo realizou de Roma até a Espanha.”

“Quanto às epístolas de Paulo [...] não precisamos discutir sobre cada uma delas, já que o mesmo bem-aventurado apóstolo Paulo escreveu somente a sete igrejas, como fizera o seu predecessor João, nesta ordem: a primeira, aos Coríntios; a segunda, aos Efésios; a terceira, aos Filipenses; a quarta, aos Colossenses; a quinta, aos Gálatas; a sexta, aos Tessalonicenses; e a sétima, aos Romanos [...]. Além disso, são tidas como sagradas uma [epístola] a Filemon, uma a Tito e duas a Timóteo.”

“Entre os escritos católicos, se contam uma epístola de Judas e duas do referido João [...]. Quanto aos apocalipses, recebemos dois: o de João e o de Pedro; mas, quanto a este último, alguns dos nossos não querem que seja lido na Igreja

Podemos, então concluímos que os escritos neo-testamentários eram sim usados pela igreja primitiva, e não só usados, mas eram considerados canônicos inspirados e dados pelo próprio Deus. Afirmar que a igreja primitiva não reconhecia os escritos do Novo Testamento como inspirados sem conhecimento histórico, é tão ignorante quanto dizer, “esta ou aquela bíblia, versão, tradução é a verdadeira e fiel”. Por favor, parem de impedir a ação do Espírito Santo.

Em Cristo, Leandro Schoen

Texto original
dizaileo.com/2014/07/o-novo-testamento-e-o-cristianismo.html

sexta-feira, 27 de março de 2015

Sobre o Batismo com o Espírito Santo (Parte 1)



O que é?
– Batismo com o Espírito Santo o próprio recebimento do Espírito Santo na vida do crente, onde o Espírito passa a ser a garantia de vitoria do crente. É o selo colocado pelo próprio Deus em Seu povo. (Ef 1:13,14)
"Nele, quando vocês ouviram e creram na palavra da verdade, o evangelho que os salvou, vocês foram selados com o Espírito Santo da promessa, que é a garantia da nossa herança até a redenção daqueles que pertencem a Deus, para o louvor da sua glória." Ef 1:13-14
Quem pode ser batizado?
– Todos os participantes do corpo de Cristo, todo que se arrepende e crê. (1 Cor 12:13; Jo 7:38-39)
"Pois em um só Espírito fomos todos nós batizados em um só corpo" - 1 Coríntios 12:13
"Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva" - João 7:38-39
"Porque a promessa vos pertence a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a quantos o Senhor nosso Deus chamar" - Atos 2:39
Quando acontece?
– Quando o homem se arrepende e crê. (Atos 2:38)
"Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo". - Atos 2:38
O dom de línguas é evidencia do batismo com o Espírito Santo?
– Não. Não há evidencias bíblicas para se afirmar que o dom de línguas seja evidencia do batismo. O dom de línguas é um dos dons que o Espírito dá ao homem para sua edificação e da igreja, assim como os demais dons. Entretanto, nem todos falam em línguas, como nem todos profetizam, nem todos ensinam e etc.
Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? são todos mestres? são todos operadores de milagres? Todos têm dons de curar? falam todos em línguas? interpretam todos? - 1 Coríntios 12:30
Qual é, então, a evidência do batismo?
– São os frutos do Espírito, a mudança de vida, uma vida de santidade. A pessoa que recebe a Cristo e junto com Ele o seu Espírito deve, necessariamente, experimentar uma mudança de vida.
"Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!" 2 Coríntios 5:17
"porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus." Romanos 8.14 (Leia Rom 8.5-14)
"E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu." Romanos 5.5
"em pureza, conhecimento, paciência e bondade; no Espírito Santo e no amor sincero;" 2 Coríntios 6.6
"Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade,mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei." Gl 5.22,23
Podemos batizar alguém com oração e imposição de mãos?
– Não! Mais uma vez, não há evidencias bíblicas para se afirmar que devemos ministrar o batismo com o Espírito por orações e imposição de mãos. Mas você pode perguntar então, “por que os apóstolos batizaram?” Primeiro, as únicas passagens que temos em que os apóstolos oraram pelo Espírito Santo em determinadas pessoas estão em Atos, e Atos é uma narrativa, e não devemos interpretar uma narrativa como uma normativa, como uma norma pra igreja. Não há nos escritos dos apóstolos a instrução para que oremos por batismo. “Mas por que os apóstolos oraram?” Era necessário. Deus falou através do profeta Joel (2:28-29) que o Espírito seria derramado sobre toda a carne. Em Atos 2 o Espírito foi derramado sobre os Cristão judeus, e era necessário que fosse derramado ainda sobre os cristão samaritanos (Atos 8), os helenistas (Atos 10) e os gentios (Atos 19). Após estes fatos, cumpriu-se de fato a profecia de Joel, e toda carne (dentro o povo de Deus) recebeu o Espírito Santo.
Hoje o recebermos no momento em que cremos e nos arrependemos.
"Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo". - Atos 2:38
Em Cristo, Leandro Schoen

quinta-feira, 12 de março de 2015

Grandes Nomes do MRID - Barney Elliott Warren


Barney Elliott Warren(1867-1951)

Antes de iniciar, gostaria de observar que MRID quer dizer Movimento Reformador da Igreja de Deus.

Nasceu no dia 20 de fevereiro de 1867 em Lewiston, New York. Faleceu no dia 21 de abril de 1951 em Springfield, Ohio, onde se encontra enterrado no cemitério Vale.

Warren converteu-se em 1884 durante um reavivamento próximo a Bangor, Michigan. Dois anos mais tarde já integrava o grupo de louvor (cantando baixo), para o evangelista Daniel Sidney Warner, que fazia parte do Movimento da Reforma da Igreja de Deus em Anderson, Indiana. Acredita-se que Warren tenha escrito mais de 7000 cânticos. Sua esposa era Nannie Kigar, que pertencia ao grupo de louvor que viajou pelos EUA no final do século XIX.

Foi ministro da Igreja de Deus, autor de hinos e pastoreou diversas congregações. Trabalhou na produção de hinários para a Companhia de Trompetes Evangélicos, desde 1888 até 1940.


O Senhor salva a todo o pecador
“Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; 
e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.”
(1 João 5:4)



Letra e Música: Barney E. Warren, 1897
Tradutor: José Teixeira de Lima

Aleluia! O Senhor Salva a todo pecador!
Salvação! Salvação!
Jesus Cristo tem poder para todo o mal vencer,
Salvação! Salvação!

Coro
Salvação e redenção!
Aleluia! Cristo já me amou e me salvou.
Glória dou e aleluia,
a Jesus que me salvou.

Eu confio em Jeová, Ele santidade dá;
Salvação! Salvação!
Tenho paz e vivo já, Sua graça em mim está.
Salvação! Salvação!

Falarei sempre o que sei, exaltando o meu Rei,
Salvação! Salvação!
Pois Seu sangue já verteu, pra tornar-me filho Seu,
Salvação! Salvação!

Cantaremos, sempre ali, ao sairmos nós daqui;
Salvação! Salvação!
Exaltando o Salvador, louvaremos com fervor
Salvação! Salvação!

VICTORY


Hallelujah, what a thought!
Jesus full salvation brought,
Victory, victory.
Let the pow’rs of sin assail,
Heaven’s grace can never fail,
Victory, victory.

Refrain
Victory, yes, victory.
Hallelujah! I am free, Jesus gives me victory.
Glory, glory, hallelujah!
He is all in all to me.

I am trusting in the Lord,
I am standing on His Word,
Victory, victory.
I have peace and joy within,
Since my life is free from sin,
Victory, victory.

Shout your freedom ev’rywhere,
His eternal peace declare,
Victory, victory.
Let us sing it here below,
In the face of ev’ry foe,
Victory, victory.

We will sing it on that shore,
When this fleeting life is o’er,
Victory, victory.
Sing it here, ye ransomed throng,
Start the everlasting song:
Victory, victory.

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